"Temos esta Esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o santuário interior, por trás do véu, onde Jesus que nos precedeu, entrou em nosso lugar..." (Hebreus 6.19,20a)

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

TESTEMUNHE DAS BOAS NOTÍCIAS SOBRE JESUS


E disse-lhes: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas."

Jesus em Marcos 16.15

Pouco antes de Jesus deixar a terra e subir aos céus, Ele ajuntou Seus discípulos que estiveram com Ele nos últimos três anos. Enquanto estavam sentados em volta de uma mesa partilhando o pão, Jesus os comissionou a continuar o trabalho que Ele havia começado (Lucas 24.35-53).

Jesus havia passado todo o Seu ministério proclamando e mostrando com grande poder a chegada do Reino de Deus. A resposta correta a este santo anúncio seria que as pessoas abandonassem seus velhos caminhos e cressem em Jesus como o Senhor das suas vidas, do mundo natural e também do espiritual. Jesus é Criador junto com o Pai, e Deus o fez Senhor absoluto de tudo que há - do que vemos e do que não vemos.

As primeiras palavras de Jesus no Evangelho de Marcos estão no capítulo 1:15, e elas anunciam a chegada do Reino de Deus: "ARREPENDAM-SE E CREIAM NO EVANGELHO!" E também suas últimas palavras para os Seus discípulos, começando em Marcos 16:15, reforçam Seu primeiro anúncio, mas agora nos dão a razão e o propósito da Igreja: Sua missão é fazer discípulos de Jesus que fazem discípulos de Jesus...

O chamado que Jesus nos deixou foi para continuar a contar aos outros as boas novas do Evangelho, vivendo sob o Seu senhorio, e mostrando com a nossa vida o que significa padecer pelo Evangelho para ganharmos a Vida abundante que Ele nos prometeu. Ele disse que rios de águas-vivas fluiriam dos que viessem a Ele com sede de Deus (João capítulos 7 e 8).

Estas boas novas são que embora o nosso pecado tenha nos separado de Deus, uns dos outros, de nós mesmos (do nosso verdadeiro eu, que sempre esteve em Cristo), e do mundo criado -
Jesus encarna (deixa a Sua habitação celestial e se torna homem), vive por 30 anos como gente do seu tempo (mas sem pecado algum), e logo após seu batismo nas águas do rio Jordão inaugura o Reino de Deus entre nós. E através da Sua morte e da Sua ressurreição prova definitivamente que é o Filho de Deus, o Ungido prometido!

Deus deu Seu único Filho para que tivéssemos diante de nós um novo e vivo caminho que só Ele abriu. Rasgando o véu de cima abaixo, Deus nos deu a oportunidade de uma nova vida nEle. 
Essa nova vida é obra do Espírito Santo de Deus!

Essa missão de evangelizar, ou falar de Jesus para os outros, é o que Ele ensinou aos Seus primeiros discípulos (mais tarde os chamou de 'amigos'- João 15.5). Pouco antes de Jesus voltar ao Pai, Ele ordenou que Seus seguidores continuassem o Seu trabalho de proclamar o Evangelho, testemunhando (martírios) com suas vidas o que viram e ouviram. As suas experiências reais com o Deus vivo - Cristo Jesus, e tudo que Ele fez, dando-lhes também AUTORIDADE pra continuar fazendo: destruir as obras de satanás, fazendo o bem por onde for! 

Viver com Jesus, fazendo a Vontade do Pai e cumprindo a Sua missão, me lembrou daquele hino/Oração antiga que a tradição atribui a Francisco de Assis (Giovanni seu nome de batismo, João em português):

"Senhor, fazei de mim um instrumento da Vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz."

Contar aos outros sobre o que Jesus fez para redimir e salvar a humanidade é uma das coisas mais importantes que podemos fazer com o nosso tempo. Para Gente como você e eu foi nos dada a maior dádiva de todas: uma vida eterna com Deus que começa aqui e agora - e será plena quando Jesus vier em Glória novamente.

Esse dom que recebemos gratuitamente está disponível graciosamente para o restante do mundo também - vide João 3.16 - para tantos quantos Deus quiser chamar. Porém Ele não usa anjos para proclamar as boas novas de Jesus, e sim pessoas que foram transformadas pelo Poder do Evangelho!

Então tire um tempo hoje para orar por aqueles em sua vida que não conhecem a esperança e salvação que Jesus provê. Agradeça por sua salvação, mas também ore por oportunidades para compartilhar sua fé com eles. O amor de Deus demonstrado em Jesus é tremendo, e tem um poder de transformar o mais vil dos pecadores em um filho amado de Deus. 

Falar de Jesus para os outros não significa só ter que ficar numa esquina gritando, ou chamá-los para um culto, mas significa que você deve buscar conversas intencionais e atenciosas com as pessoas, desenvolvendo verdadeiras amizades para sermos benção de Deus, o sal e a luz de Cristo na vida de todos. E quando contamos a elas sobre a nova vida e o novo Reino disponível, damos continuidade a obra que Jesus nos confiou a fazer.

Lembre-se o que Jesus disse e prometeu:

"Jesus lhes disse: "Vão ao mundo inteiro e anunciem as boas-novas a todos. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem se recusar a crer será condenado" (Marcos 16:15‭-‬16).

E em Mateus Jesus fala da Sua total autoridade, nossa missão, e Sua promessa de Companhia em cada passo nosso, enquanto estivermos no propósito de levar Seu doce Nome por onde formos:

"Jesus se aproximou deles e disse: “Toda a autoridade no céu e na terra me foi dada. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinem esses novos discípulos a obedecerem a todas as ordens que eu lhes dei. E lembrem-se disto: estou sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mateus 28.18‭-‬20).

Devocional YouVersion adaptado por BM
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terça-feira, 3 de janeiro de 2023

CASTIDADE por C S Lewis

A castidade é a menos popular das virtudes cristãs. Porém, não existe escapatória. A regra cristã é clara: “Ou o casamento, com fidelidade completa ao cônjuge, ou a abstinência total.” Isso é tão difícil de aceitar, e tão contrário a nossos instintos, que das duas, uma: ou o cristianismo está errado ou o nosso instinto sexual, tal como é hoje em dia, se encontra deturpado. E claro que, sendo cristão, penso que foi o instinto que se deturpou. (…)Dizem que o sexo se tornou um problema grave porque não se falava sobre o assunto. Nos últimos vinte anos, não foi isso que aconteceu. Todo o dia se fala sobre o assunto, mas ele continua sendo um problema. Se o silêncio fosse a causa do problema, a conversa seria a solução. Mas não foi. Acho que é exatamente o contrário. Acredito que a raça humana só passou a tratar do tema com discrição porque ele já tinha se tornado um problema. Os modernos sempre dizem que “o sexo não é algo de que devemos nos envergonhar”. Com isso, podem estar querendo dizer duas coisas. Uma delas é que “não há nada de errado no fato de a raça humana se reproduzir de um determinado modo, nem no fato de esse modo gerar prazer”. Se é isso o que têm em mente, estão cobertos de razão. O cristianismo diz a mesma coisa. O problema não está nem na coisa em si, nem no prazer. Os velhos pregadores cristãos diziam que, se o homem não tivesse sofrido a queda, o prazer sexual não seria menor do que é hoje, mas maior. Bem sei que alguns cristãos de mente tacanha dizem por aí que o cristianismo julga o sexo, o corpo e o prazer como coisas intrinsecamente más. Mas estão errados. O cristianismo é praticamente a única entre as grandes religiões que aprova por completo o corpo — que acredita que a matéria é uma coisa boa, que o próprio Deus tomou a forma humana e que um novo tipo de corpo nos será dado no Paraíso e será parte essencial da nossa felicidade, beleza e energia. O cristianismo exaltou o casamento mais que qualquer outra religião; e quase todos os grandes poemas de amor foram compostos por cristãos. Se alguém disser que o sexo, em si, é algo mau, o cristianismo refuta essa afirmativa instantaneamente. Mas é claro que, quando as pessoas dizem “o sexo não é algo de que devemos nos envergonhar”, elas podem estar querendo dizer que “o estado em que se encontra nosso instinto sexual não é algo de que devemos sentir vergonha”. Se é isso que querem dizer, penso que estão erradas. Penso que temos todos os motivos do mundo para sentir vergonha. Não há nada de vergonhoso em apreciar o alimento, mas deveríamos nos cobrir de vergonha se metade das pessoas fizesse do alimento o maior interesse de sua vida e passasse os dias a espiar figuras de pratos, com água na boca e estalando os lábios. Não digo que você ou eu sejamos individualmente responsáveis pela situação atual. Nossos ancestrais nos legaram organismos que, sob este aspecto, são pervertidos; e crescemos cercados de propaganda a favor da libertinagem. Existem pessoas que querem manter o nosso instinto sexual em chamas para lucrar com ele; afinal de contas, não há dúvida de que um homem obcecado é um homem com baixa resistência à publicidade. Deus conhece nossa situação; ele não nos julgará como se não tivéssemos dificuldades a superar. O que realmente importa é a sinceridade e a firma vontade de superá-las.Para sermos curados, temos de querer ser curados. Todo aquele que pede socorro será atendido; porém, para o homem moderno, até mesmo esse desejo sincero é difícil de ter. E fácil pensar que queremos algo quando na verdade não o queremos. Um cristão famoso, de tempos antigos, disse que, quando era jovem, implorava constantemente pela castidade; anos depois, se deu conta de que, quando seus lábios pronunciavam “ó Senhor, fazei-me casto”, seu cotação acrescentava secretamente as palavras: “Mas, por favor, que não seja agora.” Isso também pode acontecer nas preces em que pedimos outras virtudes; mas há três motivos que tornam especialmente difícil desejar — quanto mais alcançar – a perfeita castidade.Em primeiro lugar, nossa natureza pervertida, os demônios que nos tentam e a propaganda a favor da luxúria associam-se para nos fazer sentir que os desejos aos quais resistimos são tão “naturais”, “saudáveis” e razoáveis que essa resistência é quase uma perversidade e uma anomalia. Cartaz após cartaz, filme após filme, romance após romance associam a idéia da libertinagem sexual com as idéias de saúde, normalidade, juventude, franqueza e bom humor. Essa associação é uma mentira. Como toda mentira poderosa, é baseada numa verdade – a verdade reconhecida acima de que o sexo (à parte os excessos e as obsessões que cresceram ao seu redor) é em si “normal”, “saudável” etc. A mentira consiste em sugerir que qualquer ato sexual que você se sinta tentado a desempenhar a qualquer momento seja também saudável e normal. Isso é estapafúrdio sob qualquer ponto de vista concebível, mesmo sem levar em conta o cristianismo. A submissão a todos os nossos desejos obviamente leva à impotência, à doença, à inveja, à mentira, à dissimulação, a tudo, enfim, que é contrário à saúde, ao bom humor e à franqueza. Para qualquer tipo de felicidade, mesmo neste mundo, é necessário comedimento. Logo, a afirmação de que qualquer desejo é saudável e razoável só porque é forte não significa coisa alguma. Todo homem são e civilizado deve ter um conjunto de princípios pelos quais rejeita alguns desejos e admite outros. Um homem se baseia em princípios cristãos, outro se baseia em princípios de higiene, e outro, ainda, em princípios sociológicos. O verdadeiro conflito não é o do cristianismo contra a “natureza”, mas dos princípios cristãos contra outros princípios de controle da “natureza”. A “natureza” (no sentido de um desejo natural) terá de ser controlada de um jeito ou de outro, a não ser que queiramos arruinar nossa vida. E bem verdade que os princípios cristãos são mais rígidos que os outros; no entanto, acreditamos que, para obedecer-lhes, você poderá contar com uma ajuda que não terá para obedecer aos outros.Em segundo lugar, muitas pessoas se sentem desencorajadas de tentar seriamente seguir a castidade cristã porque a consideram impossível (mesmo antes de tentar). (…) Podemos ter certeza de que a castidade perfeita — como a caridade perfeita — não será alcançada pelo mero esforço humano. Você tem de pedir a ajuda de Deus. Mesmo depois de pedir, poderá ter a impressão de que a ajuda não vem, ou vem em dose menor que a necessária. Não se preocupe. Depois de cada fracasso, levante-se e tente de novo. Muitas vezes, a primeira ajuda de Deus não é a própria virtude, mas a força para tentar de novo. Por mais importante que seja a castidade (ou a coragem, a veracidade ou qualquer outra virtude), esse processo de treinamento dos hábitos da alma é ainda mais valioso. Ele cura nossas ilusões a respeito de nós mesmos e nos ensina a confiar em Deus. Aprendemos, por um lado, que não podemos confiar em nós mesmos nem em nossos melhores momentos; e, por outro, que não devemos nos desesperar nem mesmo nos piores, pois nossos fracassos são perdoados. A única atitude fatal é se dar por satisfeito com qualquer coisa que não a perfeição.Em terceiro lugar, as pessoas muitas vezes não entendem o que a psicologia quer dizer com “repressão”. Ela nos ensinou que o sexo “reprimido” é perigoso. Nesse caso, porém, “reprimido” é um termo técnico: não significa “suprimido” no sentido de “negado” ou “proibido”. Um desejo ou pensamento reprimido é o que foi jogado para o fundo do subconsciente (em geral na infância) e só pode surgir na mente de forma disfarçada ou irreconhecível. Ao paciente, a sexualidade reprimida não parece nem mesmo ter relação com a sexualidade. Quando um adolescente ou um adulto se empenha em resistir a um desejo consciente, não está lidando com a repressão nem corre o risco de a estar criando. Pelo contrário, os que tentam seriamente ser castos têm mais consciência de sua sexualidade e logo passam a conhecê-la melhor que qualquer outra pessoa. Acabam conhecendo seus desejos como Wellington conhecia Napoleão ou Sherlock Holmes conhecia Moriarty; como um apanhador de ratos conhece ratos ou como um encanador conhece um cano com vazamento. A virtude – mesmo o esforço para alcançá-la — traz a luz; a libertinagem traz apenas brumas.Para encerrar, apesar de eu ter falado bastante a respeito de sexo, quero deixar tão claro quanto possível que o centro da moralidade cristã não está aí. Se alguém pensa que os cristãos consideram a falta de castidade o vício supremo, essa pessoa está redondamente enganada. Os pecados da carne são maus, mas, dos pecados, são os menos graves. Todos os prazeres mais terríveis são de natureza puramente espiritual: o prazer de provar que o próximo está errado, de tiranizar, de tratar os outros com desdém e superioridade, de estragar o prazer, de difamar. São os prazeres do poder e do ódio. Isso porque existem duas coisas dentro de mim que competem com o ser humano em que devo tentar me tornar. São elas o ser animal e o ser diabólico. O diabólico é o pior dos dois. E por isso que um moralista frio e pretensamente virtuoso que vai regularmente à igreja pode estar bem mais perto do inferno que uma prostituta. É claro, porém, que é melhor não ser nenhum dos dois. 

C S Lewis (Cristianismo Puro e Simples)
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ESPERANÇA é PARA OS FRACOS por Ronaldo Lidório



Esperança não é uma palavra fácil. Para compreendê-la é preciso olhar para a vida de forma inteira, toda a linha do tempo, e não apenas para uma imagem do momento. Para vivê-la, é necessária uma confiança absoluta. Para pregá-la, é preciso abundante graça. 
 
Comecemos pelo início. A esperança existe porque existe o pecado. Não havia esperança nos primórdios do Éden e não haverá esperança no céu. Portanto, a esperança existe no meio da história, quando a quebra aconteceu. Esperança é aquilo que Deus nos dá para, impulsionados pela fé, crermos e nos movermos a partir do que ainda não chegou, mas chegará. A esperança é para os fracos, como você e eu. 
 
Vivemos na terra com a esperança dos céus. Fomos manchados pelo pecado, mas aguardamos vestes brancas. Nossa confiança é imperfeita, mas um dia será plena. Somos movidos pela crença no invisível, mas o veremos face a face. Amamos de forma limitada, agoniada e inquieta, mas aguardamos o Amor perfeito nos encher de perfeito amor. Quebramos, mas seremos restaurados. Sofremos, mas nossa lágrima será enxuta. Adoecemos, mas seremos curados. Caímos, mas seremos eternamente redimidos. 
 
Assim, em primeiro lugar, devemos nos lembrar que a esperança existe porque existe o pecado. Nessa vida terrena, a esperança não é um bônus ou uma escolha, mas uma imperativa necessidade. 

Precisamos de esperança porque ainda não vemos de forma perfeita, não conhecemos o que precisamos, não cremos na medida certa, não amamos como fomos ensinados, não adoramos como Ele merece. 

A esperança existe porque ainda vivemos em uma terra manchada, quebrada, corrompida e injusta, que clama por redenção todos os dias. A esperança existe porque a intervenção final de Deus ainda não aconteceu. 

Mas acontecerá! Um dia nossos olhos serão completamente abertos e veremos Aquele que é! Não haverá dúvida, incerteza, angústia ou dor. Assim, poderemos, finalmente, adora-Lo como Ele merece! Exaltado seja Cristo! 
 
Em segundo lugar, devemos nos lembrar que precisamos de esperança para imaginar o amanhã. Sim, a esperança não é um mero sentimento ou uma simples convicção. A esperança é a imaginação teológica do que Ele tem preparado para aqueles a quem ama. Como nunca vivemos lá – pois não conhecemos a vida sem a quebra do pecado – podemos apenas imaginar e esperar a partir dos lindíssimos quadros apresentados na Palavra. Um deles começa com uma insubstituível frase de Jesus: “Muito bem, servo bom e fiel!” (Mt 25:23). 

Naquele dia, finalmente entenderemos a figura majestosa do Pai em seu trono de perfeita justiça e inimaginável santidade; o Filho exaltado e abraçado pelo povo que redimiu; e o Espírito manifestando o verdadeiro e eterno amor.
 
Esses quadros bíblicos nos falam sobre uma terra sem lágrimas e sem morte; uma vida sem pecado e sem quebra; uma existência comunitária sem egoísmos, movida por um amor eterno. Uma experiência de tirar o fôlego só em pensar! 

A esperança existe porque algo mais virá. Algo além de toda compreensão, projeção e especulação.

Sobre o povo da Esperança, é dito que “… se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Apoc 7:15-17). 
Ronaldo Lidório